Dom – 13.03.2005 - Ter – 15.03.2005
Estava dentro de mim. Na pureza angelical, que de mais belo há,
Em gracejos de neném,
Ri-me muito, sem saber e nem por quê? Feliz por dizer mamã.
Chorei que senti a face esquerda
Imersa em minhas magoas: O sinal abriu novamente,
Amei muito doce Senhora, Tenho que volta para o agora:
Mas o muito que a amei, foi pouco, Envolto em paz celestial está lá me ninar.
Pelo muito mais que devia ser amada. Amo você! Senhora dos cabelos prateados.
Amá-la-ei sempre,
Expeli, em contínuas golfadas, A senhora sabe o que dizer sempre!
Algo que sugara do seu ventre. Sempre que dizer: Eternamente, infinitamente,
Sinto o menor e começo a me contrair, Todos os dias de minha vida.
Em mim fazer de você maiS REAL.
Abraço-a e beijo sua face com carinho.
Adeus amável senhora,
Aonde eu for, falarei de você.
E Enquanto eu existir
A senhora me será eterna.