Qui – 19.09.2002
Não sei multiplicar
o pão, Não aprendi
oferecer
Mas posso dividi-lo A outra face,
Para matar a fome Mas faço de minhas
mãos
Do meu irmão. Um hino de amor, Em louvor à paz.
Não sei tirar
terços, Não ouso gritar por
Deus,
Mas consigo
arranjar meios, Mas faço do meu
silêncio,
Para fazer quartos, O grito calado do
próximo,
Sem exigir
sacrifícios Uma prece por Deus
atendida.
E dízimos de
ninguém.
Não sei, não
aprendi, Não ouso...
Mas posso, consigo,
faço ...
Se, hoje e eternamente,
Eu me permitir ser
aprendiz,
De Jesus, mestre
dos Mestres.
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