Nu-Dez Poética

É a poesia Nua de mim,                                      Escritas de Eus,
vestida de nada, Sem instante de nós,
Despida de tudo, Escrita de nós,
Pelada de ti. Sem tinta de eus.
 


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Betinho

13.11.1993


Há um Brasil diferente Sociedade em berço esplêndido
Espectro de miserê, A despertar de Betinho.
Brasileiro que só come
Em meio às imudícies, Oh! Terra adorada!
Restos apodrecidos Brasa em mim se faz Brasil,
Trazido do Brasil rico. Em terra de milhões,
Tão gentil! És amada!
Incessantemente acumulada por pouco mil,
Desperdício jamais visto, No deixar de muitos famintos,
Em plena boca de lixo. Habitante do sem teto,
Onde está, Pedro! O teu grito.
São assim esses brasis:
Os gigantes adormecidos,
Uns muito pobres esquecidos,





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