Nu-Dez Poética

É a poesia Nua de mim,                                      Escritas de Eus,
vestida de nada, Sem instante de nós,
Despida de tudo, Escrita de nós,
Pelada de ti. Sem tinta de eus.
 


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

1964

Sab-30.08.2008 
64, 31 de março,              Épocas                                  
Brasil, de quatro,            De repressão,                       
De volta da China,            DE                                 
Aprisionado                   GERRILHAS: 
no castelo branco,            maRIGHELA,                       
A gritos de yankes            aLVES,                                 
E brother sam,                gORENDER,                                 
A protestos                   aPOLÔNIO.... 
Da Central do Brasil,                              
A não de Leonel               DA;   
Barros Lacerda,               CLANDESTINIDADE,                 
A sim de pinto,               Escondido                                 
A sonhos de 66.               No APARELHO 
                              (esconderijo), 
Infinitos anos:               Silêncio
64 a 85,                      E sem identidade,
Dita dura americana,          À espera 
Com brasileirinho             De um PONTO 
clandestino,                  (encontro), 
Chorando,                     Que CAIU 
Feito menino,                 (preso), 
Ante patrianada,              no pau
Por ele tão amada,            De arara, 
Fruto da revolta armada       Com ponta pés, 
Em nome do dólar tudo.        Choques elétricos, 
                              Banhos de ácidos,
Anos de tantos AIs....        Alicate..                                 
Anos de tantas dores..                                         
Anos de sofrimentos,          Com doi-codi                 
De lutos                      confesosS de uns,
E muitos horrores,            E não confessoS                      
Que fizeram                   De:
Queimar UNE,                  Aurora,
                              Manuel 
A som de iê-iê-iê,            Fiel,    
A mando da linha dura,        Herzog.....                          
Neste brasis                  COM PESARES 
Sem memória,                  DE:                                   
No theatro                    Maria                                
de sua estória.               CLARICE..  
No ato
de sua infâmia.               VOCÊS!
                              homens de tantas 
Estória de branco             estrelas,
costa azu,                    Já que não amaram
ernesto batista..             o BRASI, 
De tantas estrelas            Por que não
sem brilhos.                  o deixaram.
Histórias de:
PRESTES...JANGO.              Vejam!
BRIZOLA...                    Que nem O BÊBADO
JK....MÁRCIO MOREIRA          E A EQUILIBRISTA  
COVAS.... BETINHO....         os esqueceram,  
DOS ESTUDANTES DE             Muito menos
BELO HORIZONTE...             O RIO CENTRO,
BRASÍLIA....FORTALEZA...      QUANTO MAIS
PORTO ALEGRE...               NOSSOS HERÓIS
SÃO PAULO...                  ANÔNIMOS:                  
DE EDU LOBO                   ESTE     
CHICO BUARQUE                     SANTO          
E A GRANDE PASSEATA                    POVO          
DOS CEM MIL...                             BRASILEIRO.  

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