Nu-Dez Poética

É a poesia Nua de mim,                                      Escritas de Eus,
vestida de nada, Sem instante de nós,
Despida de tudo, Escrita de nós,
Pelada de ti. Sem tinta de eus.
 


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Sem nado

Dom - 26.06.2011


Tão linda! Em nos fazer
Tão bela! De Ilha de Daminha,
Tão Cheia! Em seu jardim natural divino,
Tão fétida! Brinquedo de nossa meninice,
Teus peixes Chamego da mocidade,
E cágados nos digam. Ilha Solteira de tantos amores.


És bojo! Moradanovense,
Sem nado, Acordai!
És nojo Sem saudosismo,
Dos teus habitantes, O futuro me espera,
Que as garças De presente,
E galinhas d'águas Agora,
Insistem, O meu passado
Com majestade e Graça De nados
Em ti fazer Inesquecíveis.
Santuários seus.


Passado Com verde
De águas límpidas, De esperaça,
Com Pedra Redonda Sem lodo.
Enfeitada Águas claras,
De todas as idades. Sem excesso de cloro.
Sem bojo! Sem bojo!
Sem nojo! Sem nojo!
Com nado. Com nado.

2 comentários:

  1. Gostei. Essa poesia remonta o desejo e satisfação que os moradores perderam da nossa "adorável" salina. Hoje, com seu verde característico, infelizmente, só a podemos observar, enquanto seus viventes...morrem!

    ResponderExcluir
  2. Lindissima poesia, os moradanovenses estão orgulhosos por ter um poeta tão inteligente como você, Parabéns.

    E feliz Aniversário"

    ResponderExcluir

Este blog mudou de endereço, para acessar o novo blog clique aqui.