Nu-Dez Poética

É a poesia Nua de mim,                                      Escritas de Eus,
vestida de nada, Sem instante de nós,
Despida de tudo, Escrita de nós,
Pelada de ti. Sem tinta de eus.
 


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

LIBERTAS QUAE SERA TAMEN

Qua - 16.07.1999

Acorda! Povo                 TU ÉS    
Que embala A REVOLUÇÃO,
O gigante SE ASSIM
Adormecido. QUISERES SER.

Acorda! TU ÉS
Antes que seja, O GRITO
Totalmente, EMUDECIDO
Esquecido. DE pedro
E OS GRILHÕES
Zumbi! QUE isabel
Zumbi! NÃO QUEBROU.
Onde estão
Os teu Palmares? QUE ESTÓRIAS
TENS BRASIL:
Conselheiro! Português
Conselheiro! De Tordesilhas;
Traz de volta De um fico
Os teus Canudos. De mancada;
De um ipiranga
Ipiranga! Ipiranga! De jogada;
Em que Margem Cheios de
te ouviremos? MAIORIDADE.

Desperta! Desperta!
Tu que dorme, Tu que dorme,
Em se fazer Do meio milênio
De novas do NADA
Farroupilhas E ENSINA
E Garrafadas, A BURGUESIA
Em constantes A DIVIDIR,
Confederações ESCREVENDO
Do Equador NOVAS
E Balaiadas, HISTÓRIAS,
Em contínuas REPLETAS
Derramas, DE SABINADAS.
Por LIBERTAS
QUAE SERA TAMEN.

TU ÉS
O GRANDE
PODER.

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