Dom - 22.07.2011
- Oh! Amigo homem, Aquecendo
Que fazes tu, As noites frias
Além de nada? De suas maldades.
Devasto floresta, - Oh! Homem Caim!
Com desmatamentos Onde está
E queimadas; O teu irmão Abel?
- Diluo rios Não sei, Senhor!
Com dejetos químicos Por acaso
E humanos; Sou seu gurdião?
- Poluo atmosfera - Oh! Abrão!
Com mais vastos Onde está
Típicos gasosos; A terra prometida?
- Destruo meus pares, Aqui estou
Só para ficarmos Senhor!
No topo do ego, Vencendo
Com armas químicas, O destrutível homem,
Guerrilha, Fome e pestes Na mais perfeita harmonia
Sobre o comando Da minha ilógica ótica,
Maquiavélico dos tiranos Que tu me deste
Insanos do ter. Desde minha concepção:
- Oh! Ínfimo esboço Jorrando água
Inacabado DE TUA FONTE ETERNA,
De espectro humano, Sem que ninguém me encha;
Fiz-te Superior
A todas as criaturas, Abastecendo mares,
Mas nada aprendeste Oceanos, rios...
Com teus ímpares, Do impuro homem;
E se não fosse
O meu amor Por eles, Saciando
Varreria tua espécie Sua
Da face da terra. Maldita sede;
- Oh! Terra, Embelezando
Onde está Teu paraíso de cascatas,
Meu paraíso? Floresta e oásis...
Que o estupido homem
- Estou aqui, Insiste torná-lo
SENHOR! Natureza morta.
Vencendo o homem -Oh! AMADO
Na desigual luta, FILHO MEU!
Na sincronização perfeita ONDE ESTÁ
Da ordem do tempo A NOVA JERUSALÉM?
Natural das coisas,
Que tu me deste, - AQUI ESTÁ
Desde minha criação: MEU PAI AMADO!
Construindo floresta, Cuidando, com leite e mel
Sem que ninguém Do esboço inacabado
Me plante; Do nada, que o fizeste
Tua imagem e semelhança,
Matando a fome Só para cuidar de tudo.
Do errante Homem;
- Oh! Terra! Que belo
Fechando a porta Companheiro te arranjei!
De sua proteção; Mas minha é a vingança.
Por isso:
Purificando o ar Todo amigo do ter,
De sua perversão; Só ao pó voltará a ser.
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