Sab - 23.07.2010
O outro filho Distante, sem nada
fazia do seu lar E se achando sem ninguém
CASA de estranho. O filho pródigo ganha vida,
O Filho pródigo disse: Trabalhando numa pocilga.
Pai! Dai-me o que é meu. Desejando matar sua fome
E nós que filhos somos? Com as bolotas
O bonzinho, que promete, Que os porcos comiam,
Mas não cumpre; Lembrou-se que seu Pai,
Ou o que diz não, Certamente lhe seria,
Mas se arrepende Como era com os seus,
Com seu SIM. O melhor de seus patrões.
O filho pródigo partiu, E nós o que hoje Faríamos?
Fazendo de estranhos amigos, Com certeza ligaríamos,
Dissipando seus bens com todos, Como se nada acontecesse:
Sorrindo pra vida à toa, Coroa mande dinheiro,
Gastando e passando troco, Pois o meu acabou faz tempo,
Até ficar sem um toco, Estou liso, leso e louco,
Permanecendo sem todos Assim não posso ficar,
E sem poucos Ou mande alguém me buscar,
Por não ter investido nada, Pois é melhor pra nós três.
Achando que o seu muito
Era tudo.
Graças ao filho pródigo, E assim fez:
Que se arriscou e partiu, Voltou como empregado
O outro com sua parte, E pecador arrependido.
Ficou nas asas do pai, Mas foi recebido
Sem dissipar seus bens, Como filho querido.
Comendo do bom e do melhor Sem ofensa e sem penitência
Sem se preocupar com ninguém, Pelo seu Pai amoroso,
Porém, resmungando ficou, Sob o queixume
Como se a estranho estivesse. Do irmão mais velho.
Nu-Dez Poética
É a poesia Nua de mim, Escritas de Eus,
vestida de nada, Sem instante de nós,
Despida de tudo, Escrita de nós,
Pelada de ti. Sem tinta de eus.
domingo, 13 de novembro de 2011
Filho Pródigo
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