Nu-Dez Poética

É a poesia Nua de mim,                                      Escritas de Eus,
vestida de nada, Sem instante de nós,
Despida de tudo, Escrita de nós,
Pelada de ti. Sem tinta de eus.
 


sexta-feira, 30 de março de 2012

01 desmaio

Sab - 01/05/2004
O poderoso trabalha a dor             Os desmaios anteriores
Do pequeno trabalhador, Tinham a tutela do Estado
Danificando sua vida, E bençãos RELIGIOSAS,
Em troca da dignidade Desalmadoras de negros
Do vil metal lógico. E classes inferiores,
Cheios de Zumbi,
Os grandes trabalham as dores, Conselheiro, Gandhi.
Desfazedores de leis,
Acham o mínimo, máximo Hoje, resta-nos,
Porém, os seus máximos Apenas o grande,
São sempre mínimo. Aconselhando-nos
A permanecer calados,
O primeiro desmaio Sem Zumbi,
Que ficou na história, No capitalismo
É o de Chicago, 1886, Desumano,
De tantas operárias mortas Debaixo das mesmas
Incendiadas de ideais Proteção
Queimadas pelo capitalismo E desgraça.
Selvagem.

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