Nu-Dez Poética

É a poesia Nua de mim,                                      Escritas de Eus,
vestida de nada, Sem instante de nós,
Despida de tudo, Escrita de nós,
Pelada de ti. Sem tinta de eus.
 


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Balada de Deus

Qui - 11.10.2001

Escuta o silêncio Pois a migalha,
Do teu coração, Que cai
Que é a sinfonia Da tua mesa,
Perfeita de Deus, É a herança
Com letra Do teu nada,
E melodia Que tu preparas
Do irmão. Diante do teu Deus,
Que o vento sopra Por não aprenderes
Onde quer, A multiplicação dos pães,
Se quiseres Na divisão do pão nosso
O bem vencedor. De cada dia.

Se quiseres Pois O GRANDE
O bem vencedor, MATEMÁTICO,
Não resistais ao mal; Às vezes
Não deites as pérolas Que multiplicou
Aos porcos; Dividia em seguida,
Não jogueis Sem nada joga fora,
As coisas santas Ensinando-nos
Aos cães; Que o necessário
Não alimentes Só nos basta,
O teu irmão Antecedido
Da migalha que cai De VOSSO
Da tua mesa. REINO.

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