Nu-Dez Poética

É a poesia Nua de mim,                                      Escritas de Eus,
vestida de nada, Sem instante de nós,
Despida de tudo, Escrita de nós,
Pelada de ti. Sem tinta de eus.
 


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Vozes do Brasil

Qua - 05.09.2001

Sussurras o Brasil Ouves o Brasil,
Vozes da África, Ao som do mar
Em pleno berço E a luz do céu
Esplêndido Profundo,
Dos teus floridos O grito calado
Jardins, do teu ipiranga,
A miséria Que portugal
do adormecido a te concedera,
GIGANTE, Sufocando o grito
Vivida por teus Retumbante
Filhos esquecidos. Do Teu Povo Heróico,
Em pleno céu
Proclamas o Brasil, Risonho límpido.
Florão da América,
Vozes americanas Escutas o Brasil
E eurasianas, As lamúrias
Dos teus filhos Do teu
Mais gentis, Povo:
Que diante Brasil!
A clava forte Brasil!
Fogem à luta, Fecha as portas
Deixando-te, Dos teus
terra amada, Males,
Idolatrada, Para que
Desgarrada. OS FILHOS
TEUS
Murmuras o Brasil Não vejam mais
Dos filhos destes, País Algum
O silêncio da pobreza Como este.
Absoluta,
Dos Sem Terra, Osório!
Sem Nome E Sem berço, Osório!
Que o impávido colosso Onde está
No Teu desigual O seu
Penhor, produzes. BRASIL?!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Este blog mudou de endereço, para acessar o novo blog clique aqui.