Paremos um Pouco! Sempre! Sempre!
É natal! Sempre! Sempre!
Em sua inesquecível Não! Não digamos Sempre!
Noite de 24.
E todos não cessam Mas:
De dizer: Até o dia que tirarmos
FELIZ NATAL! A trave dos nossos olhos
FELIZ NATAL! E limparmos o argueiro
É como se os demais dias Do olho do nosso irmão,
Resumissem-se E juntos zelarmos
Apenas naquela data Os sepulcros caiados,
E no seu 31: Com seus ossos
E imundícies interiores.
FELIZ ANO NOVO! Até o dia
FELIZ ANO NOVO! Que deixarmos Pedro
Fluir livremente
Que muitos Dentro de nós,
mal disfarçam Mesmo negando Cristo
Em seus LOVELHAS, Por três vezes,
Achando que ainda estão Porém, sem momento algum
Nos seus 363 dias restantes. De Judas Iscariotes.
Quanta hipocrisia! Até o dia
Passamos o tempo todo Que renascermos
Fazendo do outro degrau, De novo,
E continuamos, Purificando,
Mecanicamente, Nosso interior
Ceando o mesmo Natal. Na fonte De Água Viva.
Até quando! Até o dia
Seremos Que desarmarmos nossos espíritos
Sepulcros caiados? E oferecermos rosas
Até quando! As Madalena de nossas vidas,
Seremos Buscando em primeiro lugar
Judas Iscariotes? O Reino de Deus.
Até quando! Quando tudo isso acontecer,
Limparemos, Brindaremos a vida,
Unicamente, Todos os dias,
Nosso exterior? Sem instante algum de LOBELHAS,
Até quando! Dizendo, alegremente:
Atiraremos Feliz natal!
A primeira pedra? Feliz ano novo!
Nu-Dez Poética
É a poesia Nua de mim, Escritas de Eus,
vestida de nada, Sem instante de nós,
Despida de tudo, Escrita de nós,
Pelada de ti. Sem tinta de eus.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Feliz Natal! Feliz Ano Novo!
Sex – 13.05.2002
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário